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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Amigo é.....






Amigo é uma pessoa querida, na qual podemos pensar em voz alta.
É um anjo que nos abriga em suas asas doces e aconchegantes,
é a melhor coisa que Deus nos deu.
Difícil poder definir aquilo que chamamos de amigo.
Amigo é mente aberta, coração pulsante, costas largas.
...
É aquele que ouve com olhar seu e dele em sintonia telepática
mesmo quando estes mesmos olhos estão amplificando tristeza exterior faz piada amenizando seus problemas que a perfeição
é utopia.
É aquele que te diz:
Eu te amo sem medo de má interpretação e sabe que viver é
ter historia pra contar.
É quem entende seus disfarces medos angústia que fica
enfurecido por enxergar seus erros sem motivo aparente.
Bom se eu fosse escrever tudo aquilo que um amigo de verdade
pode ser não caberia nesta folha simplifiquei uma mensagem
no fundo do coração tentando mostras o quanto somos amigos
e o quanto podemos ser ainda mais.


 

Boa Tarde, amigos lindos!!






Que a tua Tarde seja repleta de realizações positivas, e de muito Sol!!!
Abracinhoooooo ;)

ESTOU DE VOLTA!!



ESTE BLOG NASCEU PARA PROMOVER A AMIZADE, COMPANHEIRISMO, ALEGRIA E BOA VONTADE DE TODOS. É UM MODO DE NOS APROXIMARMOS E, JUNTOS, PASSARMOS BONS MOMENTOS DE DESCONTRAÇÃO E RELAXAMENTO....
PARA CHATICES, JÁ BASTA A VIDA!
NÃO PROCURAMOS NÚMEROS; ISTO É PARA VOÇÊS, E IMPLICA ALGUM TRABALHO E DISPONIBILIDADE DA NOSSA PARTE.

AGORA, COM OUTRO NOME - "PALAVRAS QUE TE TOCAM" - ESTE BLOG TEM COMO OBJETIVO USARES AS IMAGENS QUE MAIS GOSTAS E QUE MAIS TE TOCAM, NO TEU MURAL OU PERFIL DA TUA REDE SOCIAL, OU ENVIARES ÀS PESSOAS DE QUEM MAIS GOSTAS E SENTES UM CARINHO ESPECIAL.

DESDE JÁ, UM MUITO OBRIGADO PELA VISITA.
JUNTOS VAMOS CONTINUAR ESTA LINDA VIAGEM DE AMIZADE.
BEIJOS & ABRAÇINHOS!
 
VOLTA SEMPRE!





ANGEL TERESA.

 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Porquê ser bons?



Francesco Alberoni, na obra "O Optimismo", coloca várias questões sobre a nossa condição humana, de entre elas a bondade. Pergunta, por exemplo, porque é que devemos ser bons se isso não traz vantagens.
Porque devemos ser justos, generosos, entusiastas, compreensivos e tolerantes? Porque é que devemos amar o nosso próximo, entregarmo-nos, ajudá-lo e aconselhá-lo? Será que vamos ser algum dia recompensados por isso?

Alberoni responde que não. E dá exemplos:
  •  os generosos, são explorados pelos egoístas;
  •  os honestos, são robados pelos ladrões;
  •  os mais pobres e desfavorecidos, são obrigados a permanecer calados pelos mais poderosos e intolerantes.
Quem dá, não recebe em troca de forma proporcional.

Na política é admirado quem despreza e faz promessas (que depois não cumpre!), na televisão quem diverte e diz mal de alguém, nos debates quem consegue impor-se...
Quando chega alguém muito bom, os medíocres, por inveja, destroçam-no. Quanto mais o admiram à sua frente, mais o deitam a baixo e o criticam nas suas costas.
Quantas vezes já distribuímos em abundância, no nosso local de trabalho, tesouros de inteligência, de paciência e de tolerância. Depois, quando pensamos que realizámos a coisa mais bela, em vez de um reconhecimento recebemos apenas um olhar de desprezo, uma piada irónica... E por detrás dessa crítica, sentimos o rancor por nós próprios, provocado precisamente pelo facto de termos sido bons! 




Porque é que devemos ser bons, se não ganhamos nada com isso?!

Porque nos foram concedidos sentimentos, porque gostamos de alguém, porque queremos fazer o bem aos nossos colegas e amigos, aos que nos são próximos, à nossa cidade, à natureza...

Esse "bem querer" deve ser sempre original, livre, emotivo, gratuito, verdadeiro e não deve nunca existir ódio, rancor, contrariedade, cinismo ou qualquer outra moralidade. O homem vai crescendo e desenvolvendo porque é capaz de "dar".

No Mundo, não pode só existir o egoísmo, a maldade, o individualismo, mas sim aquela energia positiva, que possibilita ao homem criar, fazer mais pelo outro, dar mais do que tirar, ser mais justo.




Na minha opinião, deviam existir mais pessoas com uma "alma nobre" ou, como quem diz, pessoas que não pensem só em si, que não se preocupem apenas com o seu "EU", com os seus interesses e com a sua opinião, e que confundem a justiça com aquilo que lhes convém. E, se alguém dificulta os seus desejos, odeiam-no, insultam-no e prejudicam-no...

Em contrapartida, deviam existir pessoas mais generosas e honestas, pessoas que tivessem energia positiva e riqueza interior que pudessem também transmiti-la aos outros, e que tivessem capacidade de compreender e ajudar os outros!

A pessoa com "alma nobre" não odeia os outros, não entra em competições com ninguém; antes pelo contrário, respeita-o, reconhece-lhe valor, dignidade, confiança, e sabe perdoar, em vez de pensar em vingar-se.


******


Só assim crescemos de uma maneira equilibrada e em harmonia interior.
Só assim é que a nossa vida se mantém agradável e aprendemos algo de bom para o nosso crescimento:

  •  Sabedoria;
  •  Optimismo;
  •  Humildade;
  •  Simplicidade;
  •  Inspiração (para podermos continuar a ser bons).


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

É bom sentir Saudades...

Dizemos muitas vezes "Tenho saudades!". Quantas vezes os músicos de todo o mundo utilizam esta palavra para cantarem o que lhes vai na alma? Qual não é o escritor que já a utilizou nas suas obras literárias?




No dicionário da Porto Editora, este substantivo é defenido como:

Saudade: melancolia causada pela lembrança de um bem de que se está agora privado; mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou nações; pesar; nostalgia; lembranças (...).

Mas, afinal, o que é que cada pessoa sente quando fala em ter saudades?
Será que seríamos capazes de viver sem ela?




Segundo alguns psicólogos, a saudade é algo romântico e positivo, e opõe-se ao saudosismo que é mais depressivo e ocorre quando a pessoa vive "agarrada" a algo que não tem, seja passado ou futuro. Pode-se viver da saudade, sem ela é que não.
A saudade só é possível quando ainda se acredita na vida, quando se vive com esperança no futuro.

É saudável ter saudades, mas ser saudosista já não é. O saudosismo pode tornar uma pessoa mais pessimista e menos satisfeita com a vida. Este tipo de sentimento tende a agravar-se quando existe uma crise social e/ou económica no país, onde as pessoas se agarram às suas vivências do passado, ficam desiludidas com tudo, e isso leva-as  a tornarem-se mais pessimistas. Raramente estas pessoas vivem o presente com realismo e objectividade.




As pessoas sofrem de saudade não só por aquilo que tiveram e perderam, mas também por aquilo que perderam sem nunca terem possuído: as ilusões.
Segundo o mesmo dicionário, ilusão é "um erro proveniente de uma falsa aparência; erro de percepção que consiste em tomar um objecto por outro; erro; aparência", ou seja, são situações ou coisas que só existem na mente da própria pessoa.





Ter saudades é normal. É bom de vez em quando fazer uma retrospectiva do filme das nossas vidas, com direito a algumas pausas nos momentos mais especiais e marcantes:

  •  ao lembrar os tempos de infância;
  •  o dia em que conseguimos andar de bicicleta, sem a ajuda das rodas laterais;
  •  a colecção de cromos da bola;
  •  a primeira boneca ou o primeiro carrinho;
  •  as pastilhas elásticas "Pirata" a 2$50, ou os gelados de gelo a 20$00;
  •  o vestido favorito;
  •  jogar à "macaca" ou ao "elástico";
  •  as férias passadas junto à praia;
  •  as histórias que o nosso avô contava para dormir;
  •  o primeiro beijo;
  •  o nosso primeiro dia de aulas;
  •  o nosso pai ou alguém que já partiu;


(.......)


Mas, como podemos distinguir a saudade positiva da saudade negativa? Simples: se ela nos ajuda a viver ou não! O importante é saber lidar com os acontecimentos do passado de forma positiva, apesar de ainda sentirmos alguma melancolia e por termos pena que esses acontecimentos não sejam possíveis outra vez. Se é uma saudade que nos desanima, nos deprime, nos inibe de continuar a viver, então estamos num saudosismo e a viver de forma negativa.




Eu tenho muitas saudades do meu Pai. Faleceu no ano de 2002, e a ferida ainda não cicatrizou. Sinto muito a falta dele, como qualquer pessoa sente de outra que já não vê há muito tempo. Penso nele com muita frequência, principalmente quando me sinto sozinha. Sinto muitas vezes saudades e gosto de as sentir. Por vezes fico deprimida, mas tento ver sempre o lado positivo dessas saudades.

Então, penso nos momentos bons que passámos juntos, nas nossas conversas, nos conselhos sabedores que me dava, nas nossas idas à terra natal com a família, nas festas de Verão que frequentávamos nessas viagens, de tudo o que ele fazia para me ver bem ...

Sei que não posso matar saudades do meu Pai, então aprendo a viver com elas de forma saudável e positiva!




A ideia é viver com saudades, mas aprender a sofrer menos e aceitar todas as situações negativas de forma saudável, aprender a crescer! Quando alguém diz que não tem quaisquer saudades do passado e que não voltaria atrás por nada, essa pessoa está a fazer uma negação daquilo que viveu. Provavelmente, existe algo que a pessoa não conseguiu resolver.

Felizes são aqueles que olham para o passado sem problemas, e vivem o presente com perspectivas de futuro! Aceitam saudavelmente todos os momentos que a vida impõe. Se a pessoa não consegue lembrar-se de coisas positivas, é porque está "morta", o passado deixou poucas marcas e o futuro não se adivinha.

As saudades fazem parte da nossa memória enquanto seres humanos!


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

FELIZ 2012, Anjos Amigos!!!





Este ano está se despedindo e deixando saudades.
Tenho certeza que se você observar atentamente tudo que passou no decorrer deste ano,
terás muito a agradecer.

Pegue todas as derrotas
e transforme-as em pequenas batalhas
...
que no confronto com a vida,
você deixou de vencer,
mas que certamente,
a guerra já está ganha,
visto que chegou até aqui
e está apta a receber um novo ano
com seus desafios e incógnitas,
e viver muito cada segundo desta esplêndida jornada,
que DEUS está a lhe proporcionar com novas esperanças.

Somos vencedores,
conseguimos superar mais um ano,
enquanto tantos ficaram pelo caminho.

Feliz Ano Novo,
seja muito,
mas muito feliz.

E você merece muita paz,
saúde, amor, prosperidade
e tudo de bom que a vida possa te ofertar.

Na maioria das vezes,
depende sómente de nós alcança-la,
de acordo com nossas escolhas
e dos caminhos que porventura decidimos percorrer.

 
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL AMIGOS!!


FELIZ NATAL
Pra vocês, Amigos,
Que fizeram do sol seu guia,
De cada manhã um lindo dia
De cada noite uma canção!

FELIZ NATAL
Pra vocês, que fizeram da Estrela D`alva
Seus caminhos:
Deram comida aos passarinhos
E repartiram com o homem seu pão!

FELIZ NATAL
Pra vocês, que tiveram um gesto amigo:
Um papo, um alento e deram abrigo
E estenderam suas mãos!

FELIZ NATAL
Pra vocês, que fizeram da dor a esperança;
Que fizeram sorrir uma criança
E que amaram de coração!

FELIZ NATAL
Pra vocês, que viveram a pobreza a fundo
Nas manjedouras do mundo
E não deixaram o tempo ir em vão!

FELIZ NATAL
Pra vocês, que são amigos, e pra vocês,
que ao inimigo presentearam com
Seu perdão!

FELIZ NATAL
Pra vocês, Amigos que sentem!
Pra vocês, Amigos que são Gente!




domingo, 11 de dezembro de 2011

MEDO: para que te quero?



Todos nós sentimos medo face a certas situações, e que por sua vez despertam mecanismos de alerta e de defesa.

Perante uma ameaça ou algo que nos assusta, o nosso "alarme" interno dispara e surge de imediato uma resposta que consiste em fugir ou atacar, tal como os animais.

Todo o Ser Humano herda à nascença Medos Instintivos. Com o decorrer do tempo, estes medos transformam-se em Medos Racionais, que nos afastam e protegem dos perigos graves e reais. Todavia, podem ainda surgir os Medos Irracionais. Estes últimos surgem quando existe algo que nos aprisiona ou asfixia: são as chamadas Fobias.




A maioria dos medos, receios e sensações de ansiedade com que lidamos no dia-a-dia (como o medo de adoecermos, de ser rejeitado ou de ficarmos sozinhos, de sermos assaltados, da guerra, da morte, ...), surgem da interacção com os outros, podendo ser "contagiosos" e nocivos para a plena expressão das nossas vidas.

O medo é anti-educativo: em vez de conduzir as pessoas até às suas melhores capacidades, inibe-as e faz com que temam os outros, retraindo-se face a elas.

Por vezes, os nossos medos ultrapassam os limites e podem tornar-se doentios, irracionais e até incontroláveis! Estamos perante uma fobia. Então, fobia é um medo persistente, irracional e exagerado sobre algo inofensivo, e que provoca um desejo incontrolável de se evitar aquilo que se teme. Por exemplo, fobia a animais, à trovoada, às alturas, a espaços fechados, ao sangue, ao escuro, viajar de avião, andar de elevador, ....

Existem ainda os casos de fobia social, quando a pessoa evita o relacionamento com outras pessoas fora da família, ou evita as várias situações que as obriga a estar expostas à avaliação dos outros.
Estes casos são entendidos como uma fonte de embaraço e de humilhação, pois têm medo de fracassar em público, de cair no ridículo e de perder o controlo, de ficar envergonhadas, coradas ou até "paralisadas".

Por vezes, o que pode desencadear estes e outros medos exagerados é a nossa imaginação, capaz de transformar uma formiga inofensiva num bicho gigante e ameaçador.




Se grande parte dos nossos medos não faz qualquer sentido, se sabemos que não existem razões para continuar a tê-los, então porque é que nos deixamos "apanhar" por eles? Porque é que não conseguimos fazê-los desaparecer?

Normalmente, o medo intenso, característico das fobias, persiste porque a pessoa nunca enfrentou a situação. Quando se vê perante o objecto ou a situação temida, sente de imediato uma reacção fisiológica que se apodera do corpo: por exemplo, a pulsação acelera, aumenta a transpiração, dificuldade em respirar, náuseas, tremuras, ... A pessoa só pensa em fugir o mais rapidamente possível da situação.


  Para nos libertarmos dos nossos medos é necessário vencer inúmeras resistências. A pessoa tem de aprender a promover na sua vida o relaxamento, o controlo e a auto-confiança. Basta o facto de estar enervado com alguma coisa e sentir-se incapaz de se controlar, para entrar em pânico ou desencadear uma fobia, que talvez já estivesse prestes a aparecer, devido a susceptibilidades desenvolvidas no seu passado. É preciso enfrentar o medo!


De facto, haverá algo mais assustador do que ficarmos "paralisados" com o nosso próprio medo? Quantas vezes damos por nós a reagir exageradamente a uma situação que, afinal, era inofensiva? Quantas vezes já nos sentimos incapazes de nos defender, de fugir ou de evitar situações que são verdadeiramente uma ameaça para a nossa integridade física ou psicológica?




É importante transformar o medo em coragem! Devemos sim ter medo daquilo que nos possa impedir de ser Seres Humanos mais conscientes, racionais, atentos e civilizados! ... 


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Viciados em compras...



Em questão de moda, tudo pode ser usado, misturado, conjugado e até reciclado. Vencida a ditadura da moda, surge um novo conceito, com uma espécie de rótulo maligno: a "consumidora compulsiva"!

Consumir moda pode ser um gesto de amor, um impulso, um capricho, um vício ou, simplesmente, o cuidado com a imagem. Mas, há pessoas que o fazem por tudo isto... O que interessa é sentir-se bem consigo própria. Por isso, encaram a moda como uma componente estética da vida, tão importante como a decoração, a pintura, a escultura e a música.

Cada vez mais a aparência conta. Ela é um factor determinante, porque marca a diferença entre quem seduz e quem é seduzido.
Enfim, comprar roupa, acessórios ou produtos de maquilhagem é um prazer: dá prazer olhar, sentir as peças e experimentar.




Uma verdadeira conhecedora de moda observa, atentamente, as últimas tendências de cada colecção da roupa aos acessórios. Anda sempre actualizada com as últimas novidades. Depois, compra o que melhor se lhe adequa, de acordo com o seu gosto pessoal.
Consideram a roupa como a "segunda pele", e vestem-se para elas e para os que são mais próximos. A marca ou o preço são-lhes completamente indiferentes: o que conta é o seu estilo e a selecção da roupa, de acordo com o seu modo de vida e profissão.

Discutir o bom gosto ou arbitrar as escolhas dos outros, é como discutir religião ou política. O fascínio pela moda, o cuidado com a aparência e a vontade de comprar, implicam ideais de sucesso. Por detrás de um consumo, está a exaltação do ego, o culto do indivíduo.




Fazer compras pode ser uma terapia: quando nos sentimos mais deprimidos, esse acto pode melhorar a nossa auto-estima e tem efeito reparador.

Quando o acto de comprar ultrapassa o normal e a pessoa começa a comprar tudo em exagero, sem limites, que muitas vezes não faz falta, e arrepende-se de as ter comprado, dizem os experientes no assunto que estamos perante um caso de doença: omniomania ou comprador compulsivo.
Normalmente, as pessoas com este vício têm um comportamento perturbado, têm problemas a nível emocional, e não estão bem consigo próprias e/ou com os outros.




Existe ainda outra categoria de viciados em compras: entram nas lojas todas, experimentam tudo, dão "muito que fazer" à empregada, para, no final da visita ao estabelecimento, levarem um simples par de meias ou, conforme acontece com mais frequência, nada!


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Breve meditação sobre a VIDA

Na nossa sociedade, a vida é frequentemente tema de notícia. E é natural que assim seja, pois é a vida que define o próprio homem, tanto na sua dignidade como na sua responsabilidade, no drama da sua existência, no horizonte da sua esperança, que se afirma como desejo de mais vida e de uma vida melhor.




A vida, tal como diz o dicionário, é um estado de actividade dos animais e das plantas; é o tempo que decorre desde o nascimento até à morte; é o conjunto das coisas necessárias à subsistência; é a biografia de uma pessoa; existência; modo de viver; comportamento; ocupação; profissão; (....).

Sendo o seu dom mais precioso, o homem encontra nela um desafio para a liberdade, a motivação para a generosidade e a responsabilidade.
A vida torna-se para o homem o fundamento principal da sua exigência ética, porque aí descobre como ser responsável perante a sua própria vida e perante a dos outros homens.




A relevância que os problemas da vida têm assumido entre nós nos últimos tempos, leva-nos a reflectir sobre algumas tragédias. Na maneira de abordar o problema da vida, o homem exprime um carácter paradoxal e contraditório da sua própria existência. É capaz de beleza e de drama, de expressões de generosidade e de manifestações de violência e de desprezo pela vida.

Por exemplo, a alegria da mulher quando recebe pela primeira vez nos seus braços o filho recém-nascido, é ensombrada pelo drama de mães que abandonam os seus filhos, os maltratam ou abusam deles sexualmente, ou, até lhes "cortam" a vida ainda antes de nascerem!...

À generosidade de tantos ao serviço da vida, contrapõe-se a violência de quem não hesita em matar ou prejudicar gravemente os outros, ou até mesmo a eles próprios!

Nos últimos tempos, a nossa sociedade tem sido atravessada por manifestações desta contradição: anuncia-se o resgate de sobreviventes, depois de vários dias soterrados nos escombros de uma tragédia, ao mesmo tempo que, milhares de vítimas são encontradas mortas, após um ataque terrorista...
Existem, ainda, outras formas de dramatizar a vida: para algumas pessoas, "viver" significa sobretudo fazer o mal, criticar, prejudicar, apontar o dedo a quem gosta realmente de viver.

** Agora pergunto eu:
Sabendo que, nenhum de nós é eterno, será isto viver, saber viver e deixar viver? Não procuramos todos a felicidade? Então, qual a razão para tanto ódio, tanta maldade e tantas injustiças??




A vida não é um processo isolado, que possa ser vivida no individualismo. Cada um de nós é um pouco responsável pela vida dos outros, na medida em que podemos ajudá-los a construir a sua própria vida, descobrindo nessa inter-ajuda, o sentido da própria existência.

A paternidade e a maternidade são a primeira expressão deste serviço da vida. Ao homem e à mulher foi dado esse dom maravilhoso de serem colaboradores na comunicação da vida.
Como são bonitos e tocantes os testemunhos de tantas mulheres mães, que se sujeitam a todos os sacrifícios para se darem aos seus filhos; e da generosidade dos pais que sofrem e lutam para que os seus filhos vivam e cresçam bem e com saúde...

O amor de pai e de mãe é um valor fundador da dignidade humana. Isso torna mais dramática a fraqueza daqueles que abandonam, maltratam, abusam física e psicológicamente os seus filhos ou, até mesmo, os impedem de nascer.
O único caminho para precaver todas as formas de violência sobre a vida humana é o cultivo da sua beleza e dignidade, e do serviço generoso que lhe podemos prestar.


*** Só amando e servindo a vida, evitaremos as violências sobre a vida! *** 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A geração dos piercings!




Já pensou se um dia destes um dos seus filhos lhe aparece com uma argola no nariz ou na sobrancelha, ou um brinco na boca, na língua, no queixo ou até mesmo no umbigo? Isso é um piercing!

Para eles, colocar um piercing não é mais do que fazer algo artístico e importante nas suas vidas, algo que os fazem iguais a quase todos os seus amigos. Eles têm de fazer parte de um grupo; se não fizerem, deixam de ter validade como colega e como pessoa. Não é mais do que uma forma de marcar a diferença em relação aos seus pais, de facilitar a integração no seu grupo e de afirmar a soberania sobre o seu próprio corpo.

Mas, será que isso não os transforma, aos olhos da sociedade, em potenciais deliquentes, drogados ou alcoólicos, para já não dizer em pessoas perigosas para a sociedade?






Os filhos querem e precisam desesperadamente de o fazer; os pais não gostam e temem, antes de mais, pela saúde dos seus filhos, que pode ser posta em causa pela introdução de objectos estranhos no corpo e, também, pela marca social que um piercing implica, para além da questão estética.

Para alguns pais, colocar um piercing no corpo é como se fosse uma mutilação ao próprio corpo, e não concordam com esta nova moda. Alguns tentam mostrar que quando o quiserem tirar por alguma razão, ficarão sempre ali com o buraco.





Apesar de ser incapaz de colocar um, aceito que alguém queira usar piercings, mas essa decisão deveria ser muito bem pensada e repensada para que, futuramente, não haja arrependimentos.



O jovem tem que se consciencializar e responsabilizar perante os seus atos!
Isso é uma forma de crescimento.



A vontade de fazer piercings não passa de um ritual, e a entrada na vida adulta precisa de coisas marcantes. Dizem os entendidos que esta é a forma dos adolescentes se diferenciarem da geração que está no poder - a dos pais. A nossa pele e o nosso corpo são o nosso "cartão-de-visita", onde quer que nos apresentemos.


*** *** ***


Eu nunca colocaria um piercing. Furar o corpo com um objecto e deixá-lo lá, não me parece que dê muita saúde...
Para quem não sabe, os piercings nas sobrancelhas podem atingir um nervo das pálpebras e levar à cegueira, e os da boca tendem a eliminar as capacidades olfactivas, apesar de todos poderem infectar, independentemente do local onde forem colocados.



 
   

Existem pessoas e outras coisas na vida que nos podem dar a motivação que precisamos para viver!
Devemos aproveitar a nossa curta existência fazendo outras coisas, das quais poderemos orgulhar futuramente. Acho que a prova de superioridade é resistirmos às adversidades. Isso é que nos torna seres melhores e mais fortes!

Eu rejeito a associação entre piercings e drogados/delinquentes. Para muitas pessoas, tudo o que é novo e diferente tende sempre a ser associado ao que é mau. Mas, nem sempre é assim!

O piercing provém de uma necessidade de afirmação, de o jovem se responsabilizar pelo seu corpo, e essa responsabilização é também uma oportunidade de crescer e evoluir. Mas, que existem outras coisas mais interessantes para fazer nas nossas vidas, e para a nossa felicidade, não tenham dúvidas!!!





quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A nova escrita ...?



Cinco milénios depois da invensão da escrita, cinco séculos depois da chegada da tipografia a Portugal, eis que nasce uma nova forma de linguagem!

Certas palavras do nosso dicionário passaram a ser escritas de maneira diferente. Quem ainda não se apercebeu é porque nunca recebeu uma mensagem escrita no telemóvel, ou porque não se comunica pelo messenger, via internet.
As pessoas cada vez mais enviam mensagens escritas rápidas e curtas. Se formos analisá-las ao pormenor, cada vez mais são escritas com erros, códigos, sinalefas e hieróglifos que muitos não conseguem decifrar.

Por exemplo,

  •  a palavra "acho" passou a ser escrita com um "x", passando a uma nova palavra: "axo";

  •  "beijos" foram transformados em "jokas" ou em "bjs";

  •  "tudo bem" em "td bm";

  •  "amiga" agora é "miga";

  •  e, uma das palavras muito usadas "lol", para quem não sabe significa "laughing out loud", que em português quer dizer "rir às gargalhadas"

... entre muitas outras ...



Pode-se afirmar que a nova geração já escreve como fala, e fala como escreve. Estas diferenças de vocabulário notam-se, não só na linguagem escrita como, já há algum tempo, na linguagem falada. Qual não é o adolescente que não utiliza as palavras "bora lá", "tasse bem" ou "bestial", "porreiro" e "chatice" para expressar o que lhes vai na alma, e que, muitas vezes, ou melhor "bué de vezes", surpreendem os mais velhos, ou como quem diz, os "cotas"?

Como se fala mal, também se escreve mal!

Esta nova linguagem é proporcionada pelas novas tecnologias porque estas assim o permitem e propiciam: basta carregar nas teclas "enter", "send" ou "ok" e já está!
Os jovens apenas nomeiam, não estabelecem relações entre as ideias e não têm vocabulário suficiente para se expressarem e/ou comunicarem, e para pensarem.





As mensagens são enviadas de imediato e são tão pouco cuidadas!
Longe vai o tempo em que a carta demorava horas a escrever, e dias e dias a chegar ao destino.....

sábado, 1 de outubro de 2011

O Homem Ideal & Perfeito





 
Algumas mulheres gostam de falar com as amigas todas as suas queixas sobre os respectivos maridos ou namorados, ou então sobre os motivos que as leva à irritabilidade ou ao desespero.

Dois conceitos mais utilizados para definir os homens são o "autoritarismo" e o "machismo". Existem homens que se acham o "ser perfeito", o único capaz de gerir uma casa de família, as finanças e as economias... Mas, agora pergunto eu: será que também não seriam perfeitos para ajudarem nas tarefas de casa, tais como fazer a cama, lavar a louça ou cozinhar para a família?
A ideia de chegar a casa e sentarem-se no sofá a ler o jornal, ou apoderarem-se do comando da televisão, já está ultrapassada!

Ainda existem homens que não têm tempo para nós, que não nos dão atenção e que não nos ouvem. Preferem falar uns com os outros sobre aquilo que ainda não descobri... Isso irrita muito uma mulher, pois gostamos de nos sentir úteis e de ser ouvidas por alguém em casa, para falar acerca dos nossos problemas e/ou preocupações. Ou serão os nossos temas de conversa mais aborrecidos do que falar sobre futebol e carros?



 

Depois, ainda há aqueles que continuam a deixar nódoas nas camisas ou camisolas, os que deitam papéis para o chão da sala porque o caixote do lixo está na cozinha e, por isso, está muito longe, para não falar dos que cospem para o chão quando vamos a algum lado, para aliviar o sabor do cigarro que fumaram...

Há os homens que se acham os melhores condutores do "mundo e arredores" e, quando veêm uma mulher condutora, fazem mil e uma habilidades e manobras impressionantes e perigosas, só para mostrarem os seus dotes artísticos! ...e, depois, a estatística fala por si...

Existem ainda aqueles homens que toda e qualquer mulher gostava de ter lá em casa, pois mimam-nos com todo o seu amor e todo o seu cuidado! Não gostam que a sua mulher vista uma saia acima do joelho, para não mostrarem as pernas, mas, quando viramos as costas, aqueles homens "maravilhosos" estão a apreciar as roupas reduzidas das outras mulheres e tornam-se completamente mulherengos!

Será que isto é ser o "homem ideal" e "perfeito"?




Todavia, costumamos dizer que os homens são todos iguais, ou se não são, são parecidos. Mas, nem sempre é assim, e ainda bem! Já existem homens que não fazem distinções com as tarefas de casa, que levam os filhos à escola, que fazem as compras necessárias e repõem as prateleiras da despensa, que fazem apetitosas e suculentas refeições e arrumam a cozinha... Por falar em refeições apetitosas e suculentas, está provado que os maiores cozinheiros do Mundo são homens.

Já existem homens, solteiros ou divorciados, a comandarem sozinhos a sua própria casa, completamente independentes dos pais e das mulheres.
Estes sim, são os homens perfeitos, homens com "H", homens que merecem toda a nossa atenção e repeito!

A geração de "macho-latino" já passou, e o que está a dar é termos ao nosso lado um homem que nos ajude, nos compreende e apoia em todas as etapas da vida....


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Onde procurar a Felicidade?


Todos queremos e desejamos ser felizes!

Afinal, o que é que queremos dizer quando afirmamos que queremos ser felizes?
O que será que falta para ser feliz?

Cada pessoa tem uma resposta para a procura da felicidade, mas onde estará ela?




Uma das grandes ambições da nossa vida é, sem dúvida, a conquista da felicidade, seja ela dinheiro, sorte, sucesso, amor, saúde, ....
Sempre habituei-me a ouvir os finais das histórias que contavam-me em criança, que terminavam invariavelmente da mesma forma: "E foram felizes para sempre!".

Durante vários anos, isso levou-me a acreditar que a felicidade suprema estava dependente da descoberta do "príncipe encantado", aquele homem perfeito com o qual viveria eternamente um amor feliz. - "Bem, isso é canja" - pensava eu. Rapazes havia muitos, era só deixar que o amor escolhesse por mim. Aliás, era essa mesma palavra "AMOR" que fazia-me vibrar, talvez por a sensação da felicidade ser espontânea e surgir naturalmente.

No entanto, fui perdendo esta minha ingenuidade de criança quando a paixão não correspondida por um rapaz fez-me pensar que, afinal, a felicidade era capaz de não ser um dado adquirido. De repente, dei por mim a querer desesperadamente ser feliz... para sempre, como narravam as histórias!




Então, comecei a pensar seriamente no assunto... Mas, como não conseguia chegar a nenhuma conclusão sozinha, decidi alargar o meu campo de investigação e ouvir outras opiniões:

  •  Para algumas pessoas, principalmente aquelas que não são totalmente saudáveis, felicidade é sinónimo de saúde. Se tiverem saúde, não necessitam de mais nada. Mas, será que estas pessoas, embora não sejam saudáveis, não podem e não merecem ser felizes?
  •  Para outras pessoas mais ambiciosas, felicidade é ser rico. Não estarão elas a confundir felicidade com bem-estar e interesses?
  •  Para outras, felicidade é sinónimo de beleza. Será que as pessoas feias (se é que existem!), gordas e baixas também não têm o direito de serem felizes?
  •  Outras, nunca estão felizes. O que lhes faz ficar felizes agora, já não as satisfaz na hora seguinte. Para estas pessoas, a felicidade anda sempre um passo à frente. Por mais que façam por a alcançar, e até consigam por vezes tocar-lhe!, ela acaba sempre por fugir...




Para mim, apesar de também achar que ter saúde é muito importante, felicidade é mais do esses pequenos pormenores que algumas pessoas dão tanta atenção:

Felicidade é estar junto de quem mais gosto, fazer aquilo que sempre sonhei, ter amigos verdadeiros, com os quais possa sempre contar em todas as ocasiões (não só nas boas!). Com esses amigos, consegue-se superar as dificuldades ou, pelo menos, elas tornam-se mais fáceis. Eles dão-nos sempre os melhores conselhos, e apoiam-nos em todas as situações.

Os amigos verdadeiros nunca nos abandonam, mesmo quando estamos a passar por situações difíceis! Cada vez são menos aqueles que nos são fieis e que podemos confiar...


Quanto à beleza, se se viver obcecado com isso, a vida passa-nos ao lado e perdemos a hipótese de estar com as pessoas que proporcionam-nos horas e horas de felicidade.
Isso sim, é o mais importante para sentirmo-nos felizes: estar bem connosco e com os outros e sentirmo-nos bem assim!

A felicidade procura-se e luta-se por ela!




Para uns, a resposta está no amor perfeito; para outros, tudo depende do dinheiro e do sucesso; para mim, está em ter amigos verdadeiros e estar com eles; ... ... e a TI, o que é que te falta para ser feliz??

sábado, 17 de setembro de 2011

Dizer mal dos outros: uma realidade cobarde!



Se existe algo no Mundo que faz-me muita confusão e põe-me a pensar é a maledicência que existe entre as pessoas...
Entristece-me saber que existe cada vez mais pessoas sem escrúpulos, que:
  • não olha a meios para atingir os seus objectivos;
  • despreza os sentimentos e os direitos dos outros;
  • não sente qualquer empatia pelo outro;
  • só faz mal e cujo coração é de pedra e de cor cinzenta;
  • não sente remorsos pelo que diz;
  • vive só para a má-língua e sente-se satisfeita por o fazer;
  • ......




Em qualquer lugar em que estejam pelo menos duas pessoas, numa festa ou num jantar, ou simplesmente, na rua onde moramos, uma "vítima" é, regra geral, utilizada para "alimentar" o prazer ácido de algumas pessoas maldizentes.

Observações como: "Já viste como aquela está vestida?", ou "Essa mulher é do pior que existe!", ou ainda "Cuidado, aquele tipo é um oportunista!...", são muitas vezes repetidas sobre quem, por vezes, mal se conhece, sobre quem não está presente e que, por isso mesmo, não se pode defender.
Então, podemos concluir que a maledicência é sempre cobarde, e as pessoas que se preocupam em entrar nesse tipo de conversas são cobardes!



 
Sempre impressionou-me a facilidade com que se julgam os outros, esse outro que muitas vezes se inveja e a quem com uma simples observação maldosa se pretende estigmatizar, retirando parte da sua verdadeira história.

Existem pessoas que não resistem à tentação de dizer mal. Essas pessoas até ficam seriamente perturbadas ao ouvirem um comentário positivo/um elogio sobre alguém, como se o facto de alguém ter qualidades fosse ameaçador ou evidenciasse as fragilidades de quem critica... É sempre mais fácil projectar nos outros os seus defeitos, que podem muito bem ser os nossos próprios defeitos.

Quem tem prazer em dizer mal, faz uma tentativa inconsciente de se ver livre da sua própria maldade. É mais fácil criticar os defeitos dos outros, do que enumerar os próprios defeitos. É difícil dizer: "Não estou a proceder bem!" ou "Não estou a ser justo!".





Eu faço questão de afastar-me dessas pessoas! Não trazem nada de bom à minha vida, não me elevam, não contribuem em nada para a minha felicidade! Antes pelo contrário, põem-me deprimida...

Eu própria já fui "vítima" dessas conversas. Na rua onde moro, não faço questão de parar muito tempo para falar com alguém. "Bom dia!" ou "Boa tarde!" são as minhas únicas palavras com as minhas vizinhas, que também gostam de "desenferrujar a língua" quando se juntam à janela.





Todavia, concordo com a crítica. À partida, maledicência e crítica parecem ter o mesmo significado, mas não têm.
Acho tolerante ouvir uma crítica a nosso respeito, boa ou má, porque isso sim contribui para o nosso crescimento. A crítica pode ser uma forma de amizade.

No entanto, críticas construtivas são cada vez mais raras, porque pessoas generosas, satisfeitas consigo mesmas e com as suas vidas, e pessoas que podemos considerar como nossas amigas, são cada vez mais difíceis de encontrar. O ideal seria quando as encontrássemos, que esse encontro pudesse gerar pontos convergentes em termos de ideais e de objectivos, ou seja, comungar dos mesmos princípios e defender idênticos valores perante a vida quotidiana.


*******


Dizer mal dos outros "envenena" quem diz, aumenta a sua miséria interior, mergulha-o na escuridão e impede a grande satisfação de colaborar e sentir o lado melhor da vida, enquanto se está vivo!

Pelo contrário, fazer um elogio aproxima-nos daquilo que nos satisfaz, do que admiramos e/ou do que podemos também a vir a desenvolver em nós. Todos temos coisas boas e más. Reconhecer o nosso lado menos positivo, pode ser uma ajuda a não o projectarmos nos outros.

Aceitar essas contradições e ter a noção do que é menos positivo na nossa pessoa, é meio caminho andado para que se possa construir a nossa realidade de modo mais harmonioso e agradável perante os outros, evitando prejudicar alguém.








sábado, 10 de setembro de 2011

A vida dura e cruel de quem sofre em silêncio...



Cada vez mais entristece-me ver animais abandonados e sozinhos em plenas ruas da capital (e não só!). Infelizmente, há muitos cães e gatos que vagueiam pelas ruas, sem terem uma casa para se abrigarem do frio e da chuva, sem uma refeição razoável e alguém que lhes dê o carinho e o conforto a que, também eles, têm direito.



Por incrível que pareça, há pessoas que um dia se fartam deles e os deixam num sítio qualquer, sozinhos e assustados com a elevada agitação existente, sem estarem preparados para se "safarem da selva" em que vivemos.



Foi no ano de 2004, quando alguém passeava numa dessas ruas, surgiu-lhe "algo" que ronronava junto aos seus pés...




... Esse "algo" era um gatinho bebé, que lhe pedia um simples miminho.
Hoje, e com muito gosto e orgulho, sou eu que o tenho junto a mim enquanto escrevo este texto. Em troca dos meus miminhos, partilha comigo toda a sua gratidão e agradecimento por ter havido alguém que tivesse cuidado dele. E acredito que ele vai agradecer-me até ao fim da sua vida, por sermos tão amigos!



Este meu único e fiel amigo chama-se "Caramelo", por ser tão parecido com esse doce rebuçado que todos nós conhecemos e gostamos!




Os gatos são sempre enigmáticos e encantadores. Para quem pensa o contrário, os gatos adaptam-se perfeitamente ao estilo de vida urbano da nossa sociedade.
Quer se trate de um gato de raça ou de um simples e vulgar rafeiro, o gato é um animal de estimação atraente, gratificante e relativamente fácil de tratar.



Os gatos conseguem sobreviver e desenvolver-se em qualquer ambiente. Companheiros indispensáveis de pessoas de todas as idades, eles têm um humor imprevisível - óptimos caçadores num dado momento e companheiros adoráveis no momento seguinte.




Porém, tornar-se dono de um gato é um assunto delicado. A decisão de levar um gato para casa deve ser tomada muito seriamente. É necessário saber exactamente como se deve tratar dele em todos os aspectos, mesmo a nível de higiene.



Depois do bichano nos escolher (sim, porque são eles que nos procuram!), é preciso ganhar a sua confiança e aprender a cuidar dele correctamente, bem como ensiná-lo a ter um comportamento doméstico aceitável e a reagir à disciplina básica.



Um gato não é um animal muito exigente: tudo o que precisa é de uma alimentação adequada, de cuidados de higiene regulares e de tratamento veterinário.
Este companheiro felino desenvolve-se melhor com um dono simpático e tolerante, que possa dedicar-lhe muita atenção e acompanhá-lo nas suas brincadeiras. Se lhe dedicar tempo e ternura, ganhará a confiança deste fiel amigo!






Os gatos são exigentes quanto a manterem-se limpos e asseados. É raro ver um gato com um aspecto descuidado, porque são eles que cuidam da sua própria higiene quando não se sentem bem ou quando envelhecem e enfraquecem.



Trate bem dos animais em geral. Não só o gato, todos vão agradecer-lhe!
E não se esqueça: não é o dono que adopta o animal; este é que escolhe a pessoa com quer ficar, para depositar toda a sua confiança.
Se pensou dar um animal ao seu filho, lembre-se que também eles têm sentimentos e não são nenhuns brinquedos!




Quando for de férias, leve-o consigo ou deixe-o aos cuidados de alguém de sua confiança.
Por favor, não abandone os animais! Caso contrário, neste Natal ofereça, sim, um bichinho de peluche!!!